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segunda-feira, 14 de novembro de 2016

É Natal $!!



Mais da metade das pessoas vão usar 13º nas compras de Natal, segundo pesquisa


  • 14/11/2016 20h04
  • São Paulo



Bruno Bocchini - Repórter da Agência Brasil
Dos trabalhadores que recebem 13º salário, 52,9% pretende gastar pelo menos parte do salário com compras de Natal, segundo pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em todas as capitais do país. Desse total, 60% é do sexo masculino.

Entre os entrevistados que recebem 13º salário, 42,1% vão usá-lo em parte para compras de Natal; 27%, não vão usá-lo na data com compras e presentes; 7,5%, vão gastar tudo em presentes e comemorações; 3,3%, vão gastar tudo em compras, e 20,1% não sabem o que farão. O levantamento mostrou ainda que 41% dos entrevistados farão bicos para aumentar a renda e comprar mais presentes ou presentes melhores no Natal.



O levantamento mostrou que 41% dos entrevistados farão bicos para aumentar a renda e comprar mais presentes ou presentes melhores no NatalFernando Frazão/Agência Brasil

Dos 27% que não vão gastar o 13º com compras ou presentes, 26,6% pretendem economizar. Este índice caiu em 2015 (31,2%) e 2014 (46%). O número de pessoas que quer usar o dinheiro para pagar dívidas aumentou nos últimos três anos: 21% em 2014, 24,3% em 2015 e 26,4% em 2016 e quem quer pagar impostos ou tributos se manteve estável em 10% em 2014 e 2015 e subiu para 11,4% neste ano.

Quem pretende viajar caiu nos últimos três anos: 14% em 2014, 11,1% em 2015 e 8,2% em 2016. O número de pessoas que quer quitar dívidas para fazer novas compras aumentou: 3% em 2014, 5,1% em 2015 e 7,8 em 2016. Os indecisos ficaram em 5% em 2014, 15,6% em 2015 e 17,7% em 2016.

“Qual é a prioridade? Essa é a pergunta que a pessoa deve fazer. Quitar contas em atraso, por exemplo, deve vir antes de qualquer desejo de compra. E mesmo aqueles que estão com as despesas em dia, precisam refletir sobre o melhor uso deste dinheiro extra. Poupar ou aplicar parte dos recursos, por exemplo, são hábitos que fazem muita diferença, seja para realizar sonhos ou para uma aposentadoria mais sustentável”, disse o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli.

Situação financeira
A pesquisa também mostra que 36% dos entrevistados acredita que a própria situação financeira piorou em relação a 2015. Segundo o levantamento, 34,3% avaliam que a sua situação financeira melhorou e 29,5%, que a situação continua a mesma.

Entre aqueles que responderam que a sua situação financeira piorou, 16,5% indicaram que isso ocorreu em virtude da diminuição da própria renda e 9,8%, em razão da perda do emprego. Entre os que acham que melhorou, 25% creditaram a opinião em razão de um aumento de renda, e 9,3%, em virtude de se sentirem mais seguros no emprego.

A sensação de que as próprias finanças pioraram é maior nas classes C, D e E: 38,3% dos entrevistados dessas classes responderam que a situação piorou. Nas classes A e B, a proporção foi 29%. A sensação de que as finanças melhoraram foi maior nas classes A e B (36,8%). Nas classes C, D e E, a proporção foi 33,4%. A percepção de que a situação não mudou de 2015 para 2016 foi 34% nas classes A e B, e de 28% nas classes C, D e E.

De acordo com o levantamento, 81% dos entrevistados estão otimistas com relação às finanças para 2017 e 17%  estão pessimistas. Entre os otimistas, 53,4% acreditam que a economia vai melhorar e 7,8% creem que a situação econômica deverá ser pior em 2017 do que era em 2016.


Edição: Fábio Massalli

sábado, 26 de dezembro de 2015

O mercado na China

China: ações sobem em dia de pouco volume
Por CdB em dezembro 25, 2015





As ações chinesas tiveram ligeira alta, com o volume de negociações em Xangai em uma mínima de duas semanas devido ao feriado de Natal
Por Redação, com Reuters – de Pequim:

As ações chinesas tiveram ligeira alta nesta sexta-feira, com o volume de negociações em Xangai em uma mínima de duas semanas devido ao feriado de Natal em muitos centros globais, enquanto o índice japonês Nikkei terminou com queda.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,23 %, para 3.838 pontos. O índice de Xangai subiu 0,43 %, para 3.628 pontos.

Na semana, o CSI300 teve alta de 1,9 %, enquanto o SSEC subiu 1,4 %.

A maioria dos setores, incluindo bancário, telecomunicações e infraestrutura, tiveram alta leve, mas as ações de transportes terminaram a sessão em território negativo.
Já no Japão o índice Nikkei caiu 0,11 %, com o iene ligeiramente mais forte contendo o apetite por risco. Na semana, o Nikkei caiu 1,1 % e registrou a quarta perda semanal.



A maioria dos setores, incluindo bancário, telecomunicações e infraestrutura, tiveram alta leve

Em Tóquio, o índice Nikkei recuou 0,11 %, a 18.769 pontos.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng permaneceu fechado.
Em Xangai, o índice SSEC ganhou 0,43 %, a 3.628 pontos.
O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,23 %, a 3.838 pontos. Em Seul, o índice KOSPI não operou.
Em Taiwan, o índice Taiex registrou alta de 0,47 %, a 8.363 pontos.
Em Cingapura, o índice Straits Times valorizou-se 0,49 %, a 2.877 pontos.
Em Sydney o índice S&P/ASX 200 avançou 1,28 %, a 5.207 pontos.