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quinta-feira, 26 de março de 2015

Poupança e inflação não combinam. Invista em ações.

Quanto ganha um agente autônomo de investimento







Hoje não falta trabalho para agentes de investimento certificados. Todos os agentes precisam ser credenciados a uma corretora. Geralmente os agentes abrem escritórios próprios e recebem uma comissão que corresponde a uma parte da taxa cobrada pela corretora pela intermediação do investimento. A remuneração total do agente depende do número de clientes com quem ele mantém relação comercial e das condições do acordo fechado com a corretora sobre a comissão a ser paga por transação.

Em média, a receita anual de um agente autônomo varia entre 0,7% e 1,5% de todo o dinheiro que ele capta. Um profissional bem-sucedido que consiga montar uma carteira de clientes que, juntos, tenham um patrimônio aplicado de R$ 50 milhões, por exemplo, poderá alcançar uma remuneração anual de até R$ 750 mil. Captar tanto dinheiro, no entanto, é só para os melhores. A remuneração total também depende muito do perfil dos clientes.


O agente autônomo também tem algumas despesas. Em geral, é necessário ter um escritório para atender os clientes. Será necessário alugar uma sala e investir na compra de computadores, telefonia e móveis, entre outras despesas. Os agentes que dão cursos para a formação de investidores também vão precisar de uma sala de treinamento – mas isso pode ser feito na empresa onde os clientes trabalham, em um espaço alugado em um hotel, etc.


Perfil ideal de um agente autônomo de investimento
O agente é um grande facilitador na compra de um produto financeiro de investimento. Para desempenhar bem essa função, é necessário gostar e entender o mercado financeiro, falar bem, preferencialmente conhecer bastante gente e ter habilidade na área comercial. O agente de investimento também será seu próprio chefe – é por isso que é chamado de autônomo. Ter perfil empreendedor, não se importar em não ter uma remuneração fixa e entender que o sucesso da empresa só depende de si mesmo são pré-requisitos necessários.

Boa parte dos agentes autônomos de investimento é graduado em Economia, Administração ou Contabilidade. Mas qualquer pessoa que entenda o funcionamento do mercado de investimentos está apta a ingressar na profissão. O conhecimento técnico é importante para que o agente consiga convencer os potenciais clientes a investir dinheiro de acordo com suas orientações - que são sempre apoiadas nas recomendações dos analistas das corretoras de valores. Gerentes de banco insatisfeitos com o trabalho ou com o chefe, corretores de seguros e previdência, profissionais com certificações de conhecimento em finanças ou mesmo gente que sabe investir bem o próprio dinheiro têm grande potencial para se tornar um excelente agente.


Conhecer gente com dinheiro para investir também é outra competência desejável. Isso, no entanto, não basta. É necessário ter um perfil comercial, saber fazer uma reunião com os clientes, conseguir mostrar que entende do assunto, ser flexível para atender as demandas específicas de cada um e assumir uma postura ativa, sempre buscando novos investidores e apresentando àqueles que já fazem parte da carteira as oportunidades de negócio à medida que elas vão surgindo.  CONTINUA...

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

grupos de investimento na bolsa de valores é uma ótima opção

O que é um Agente Autônomo de Investimento?




Você entende de investimentos e sonha em se tornar dono do próprio negócio? Já pensou na possibilidade de distribuir aplicações financeiras? No Brasil, há cerca de 10 mil profissionais que ajudam as pessoas a tomar as decisões mais adequadas na hora de investir dinheiro. Os agentes autônomos de investimento, nome dado pela CVM a esse profissional após verificar que ele preenche as condições de atuação, explicam aos clientes o funcionamento de aplicações financeiras como ações, renda fixa, fundos de investimento, fundos imobiliários, derivativos e contratos futuros. Esses profissionais conhecem as regras do mercado financeiro e o risco/retorno das aplicações, tiram as dúvidas e aconselham os clientes que querem investir e vêm se tornando figura fundamental no desenvolvimento do mercado de capitais brasileiro.

A profissão ainda tem um enorme potencial de crescimento. Nos Estados Unidos, por exemplo, mais de 700 mil pessoas ganham a vida ajudando os americanos a investir e a organizar as próprias finanças. A carreira consegue conciliar remuneração atraente com prazer no trabalho. De acordo com pesquisa do site CNN Money, o “financial advisor” (consultor financeiro) aparece em sexto lugar no ranking das profissões com os trabalhadores mais satisfeitos dos EUA. Os salários alcançam em média US$ 90,2 mil por ano, mas os profissionais melhor remunerados chegam a embolsar mais de US$ 200 mil. Engana-se quem acha que o mercado americano está saturado. Segundo dados do Departamento de Trabalho dos EUA, o número de consultores financeiros deve crescer 32% nesta década.

Com a queda dos juros para patamares mais civilizados no Brasil, a expectativa é que a profissão de agente de investimento passe por um verdadeiro boom nos próximos anos. A maior parte da população se acostumou a deixar o dinheiro investido nos bancos de varejo, como o Banco do Brasil ou o Itaú. Os dois investimentos mais populares do país são a caderneta de poupança e os títulos de capitalização – sabidamente duas aplicações financeiras que estão longe de serem as mais rentáveis.


A redução nos juros, entretanto, deve colocar em evidência as deficiências desses produtos financeiros e fará com que o Brasil passe por um processo semelhante ao que foi verificado nas últimas três décadas nos EUA. Lá, o dinheiro, que também já esteve majoritariamente aplicado nos bancos, migrou quase que inteiramente para corretoras e gestora de recursos independentes. Muitos dos maiores bancos dos EUA já nem possuem áreas próprias de gestão de recursos. Quando isso acontecer no Brasil, aumentará exponencialmente a demanda por aplicações financeiras mais rentáveis e sofisticadas, o que garantirá maior relevância e visibilidade aos agentes de investimento. Quem já tiver um escritório de distribuição de investimentos estabelecido e uma carteira de clientes consolidada terá vantagens competitivas por ter saído na frente.
CONTINUA...

sexta-feira, 27 de abril de 2012

AGUAPLAST – PORQUE RECICLAR É SOBREVIVER!


O Projeto RECIGLAGEM DE PLASTICOS
Em Parauapebas, ali perto da Palmares II, ocorre um fenomeno ambiental. Uma empresa, com um grande e revolucionário projeto de coleta seletiva e de produção de dormentes, mourões, caixas de testemunho e protetores de plástico. Um projeto de 21 milhoes de reais, formatado pela EXCLUSIVA CONSULTORIA e KIBUTZ EMPREENDIMENTOS.
Pegar o plastico descartado na natureza e nas cidades, qualquer plástico, que em condições naturais levaria até 400 anos para se degradar e transformá-lo em algo util e duravel. Este é a ideia de Gabriel, empreendedor que ja atua nas areas de marcenaria e fabricação de garrafas, sacolas e
artigos de plastico reciclado.


VISITA DA VALE AS INSTALAÇÕES DO PROJETO RECICLAR











2.1 - Objetivos, Metas e Fundamentação

Trata-se de um projeto de expansão, modernização de ativos  e inovação. Porque tres frentes de atividades simultaneas? Porque: ja estao instalados dois parques,  ambos que pequena  capacidade de produção mas com conhecimentos especificos e capacidade gerencial e administrativa testados. Estamos no mercado ha 20 anos, sempre atuando de forma consistente e inovando. Uma unidade em Parauapebas, produz as caixas de testemunho em madeira, cujo comprador principal é a industria de mineração. A outra unidade em Imperatriz/Ma produz reciclados de plástico e fornece principlamente a industria de material de limpeza de Belem/Pa. O plastico é peletizado em Imperatriz, retornando a Parauapebas e vendido. Quando da instalação do projeto, será feito tudo aqui. Temos expertise e queremos ampliar nossa capacidade.
Entendemos  a atividade de reciclagem como essencial para o ecossistema da região amazonia, onde nos inserimos e estamos funcionando ha muitos anos. Nossa atividade atual em Imperatriz é um importante e significativo destino para o plastico descartado em toda a regiao, utilizamos inclusive plastico oriundo do interior do Pará, devido nossa produção ter destino certo. Colaboramos com o meio ambiente, retirando do mesmo o plástico. Ao retornar como outro produto util e duravel, acrestamos outro valor. Inventamos novos produtos tais como mourões de cerca, dormentes de trilhos, caixas plásaticas para guarda de materiais diversos. Nossos produto  encontram-se em processo de regisro no INPE e sua utilização irá substituir as caixas de testemunho de madeira que produzimos em Parauapebas. É uma atividade que exige o uso de madeira nativa, com o qual vamos parar.
Duplamente nossa atividade é colaborativa ao meio ambiente e solicitamos as entidades, governo, bancos e todos que lutam por sua preservação, atenção especial ao nosso pleito. De um lado, evitamos o corte de mais arvores, deixando de produzir as caixas de madeira e por outro ja retiramos o danoso plastico do meio ambiente, tratando-o e trasnformando-o em novo produto. Nao um novo produto qualquer, mas caixas de testemunho, que ficarao guardadas nos laboratórios das mineradoras. Todas precisam destas caixas, servem para a aguarda das provas da pesquisa e produção de minerio. Os dormentes e mourões duram uma eternidade sob trilhos e em cercas de fazendas e outras utilidades.
Nossas metas sao claras e concisas: reduzir a zero a produção as caixas de madeiras e, 12 meses e aumentar em 100% a produção das caixas de material plastico reciclado em 12 meses. Os ganhos de qualidade sao todos para o meio ambiente e para as empresas. Hoje as caixas de madeira alem de esteticametne inferiores, sao sujeitas a quebras, acidentes e produção de muito rejeito nas marcenarias, restando muito pó, entulho e pedaços nao aproveitáveis.  O consumo de energia e a ocupação de pessoal, alem do abate de milhares de arvores para sua produção serão substituidos por um produdto que faz caminho inverso. Utilização de mao de obra com melhor formação, menos gasto energetica e baixa pouluição. Alem da limpeza ambiental. Para se ter uma ideia do tamanho desta proposta, com o projeto atual implantado, em tres anos, estaremos utilizando 680 milhoes de quilos de plastico descartado. Isto é a produção de 90% do rejeito do interior do Pará e parte do Maranhão.
Serao gerados 200 empregos diretos e 1000 indiretos. Catatores organizados em cooperativas ou avulsos terao onde entregar seu produto por um preço justo e dentro de um projeto de melhoria de vida, impactarão toda a regiao do  projeto.
O insumos principal, o plastico, encontra-se abundante na “natureza”. Esquema especial para a coleta na dimensao que demanda o projeto foi estruturado sua logistica e estamos testando com nossa atividade atual. Ha material e ha trabalhadores para sua coleta e venda.
O impacto ambiental e social sao amplos e impressionantes. Nas duas frentes vamos colaborar com a natureza e o meio ambiente.