segunda-feira, 18 de maio de 2020

Caixa começa a pagar hoje

Caixa começa a pagar hoje segunda parcela de auxílio emergencial

Ao todo, cerca de 50 milhões de pessoas estão inscritas no programa

A Caixa Econômica Federal começará a pagar a segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600 a partir de hoje (18). Ao todo, cerca de 50 milhões de pessoas estão inscritas no programa. O benefício é pago para trabalhadores informais e pessoas de baixa renda, inscritos do cadastro social do governo e no Bolsa Família.

O calendário está dividido conforme as datas habituais de pagamento para quem integra o Programa Bolsa Família e de acordo com o mês de nascimento para as demais pessoas que têm direito a receber o benefício.

Os primeiros a receber são os beneficiários do Programa Bolsa Família com Número de Inscrição Social (NIS) final 1. Amanhã será a vez dos beneficiários com NIS final 2. O crédito segue sendo feito nessa ordem, de um NIS por dia, menos no fim de semana, até o número zero, que será pago no dia 29 deste mês. São 1,9 milhão de pessoas recebendo o auxílio diariamente e podendo sacar o benefício pelo cartão do Bolsa Família, segundo o Ministério da Cidadania.

A partir da próxima quarta-feira (20), começa o crédito nas contas sociais digitais da Caixa para as pessoas que nasceram nos meses de janeiro e fevereiro e que não estão no grupo do Bolsa Família. No dia seguinte, o pagamento será para quem nasceu em março e abril, e assim por diante, saltando o domingo (24).

Nas redes sociais, o presidente da República, Jair Bolsonaro, comentou o pagamento como "parte da grande rede de proteção social montada pelo governo em 45 dias".


Saques

O calendário para saques da segunda parcela é diferente do calendário do crédito nas contas digitais e tem início em 30 de maio (um sábado), para os nascidos em janeiro. No dia 1º de junho, os saques serão permitidos para quem nasceu em fevereiro, seguindo nessa ordem até 13 de junho para os nascidos em dezembro. Ressaltando que no dia 7 de junho (domingo) não há saques.

Veja o calendário para depósito em poupança social:

Nascidos em:

Dia de recebimento do benefício:

janeiro e fevereiro

20 de maio

março e abril

21 de maio

maio e junho

22 de maio

julho e agosto

23 de maio

setembro e outubro

25 de maio

novembro e dezembro

26 de maio

Veja o calendário de depósitos para beneficiários do Bolsa Família: 

Último dígito do NIS:

Data do crédito:

1

18 de maio

2

19 de maio

3

20 de maio

4

21 de maio

5

22 de maio

6

25 de maio

7

26 de maio

8

27 de maio

9

28 de maio

0

29 de maio

Veja o calendário para saque e transferência da poupança social:

Nascidos em:

Liberado em:

janeiro

30 de maio

fevereiro

1 de junho

março

2 de junho

abril

3 de junho

maio

4 de junho

junho

5 de junho

julho

6 de junho

agosto

8 de junho

setembro

9 de junho

outubro

10 de junho

novembro

12 de junho

dezembro

13 de junho

Primeira parcela

No último sábado (16), a Caixa creditou R$ 246 milhões para 405.163 pessoas ainda da primeira parcela.

Entre os dias 19 e 29 deste mês, a Caixa vai creditar a primeira parcela para mais 8,3 milhões de beneficiários. Serão disponibilizados mais R$ 5,3 bilhões nas contas indicadas no momento da inscrição.

Para quem desejar realizar o saque nas agências desse novo lote da primeira parcela, o calendário também será pelo mês de nascimento. Na terça-feira (19), o pagamento atenderá os nascidos em janeiro; na quarta-feira (20), para quem nasceu em fevereiro; na quinta-feira (21), para os aniversariantes de março; na sexta-feira (22), para os de abril; no sábado (23), para quem nasceu nos meses de maio, junho e julho.

O pagamento da primeira parcela volta a ser efetuado na segunda-feira (25) para quem nasceu em agosto. Na terça-feira (26), para os nascidos em setembro, e assim por diante até a sexta-feira (29).

Quem não conseguir ir ao banco no dia correspondente ao mês de aniversário pode ir em algum dia posterior. 


segunda-feira, 20 de abril de 2020

OMS e Unicef alertam que é preciso manter vacinação durante pandemia


OMS e Unicef alertam que é preciso manter vacinação durante pandemia

Covid-19 já provocou mais de 164 mil mortos em 193 países


A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) ressaltaram hoje (20) a importância de os países manterem os seus planos de vacinação para evitar maior impacto da pandemia de covid-19.

Em comunicado, as duas organizações reiteraram que é vital a manutenção dos serviços de imunização de rotina durante a pandemia, recordando que a situação atual "é um sinal de que as doenças infecciosas não conhecem fronteiras".

"Todos os países são vulneráveis, independentemente dos níveis de riqueza ou da força dos seus sistemas de saúde. A necessidade urgente de uma vacina para a covid-19 ressalta o papel central da imunização na proteção de vidas e economias", disse o comunicado conjunto.

Perante a situação pandêmica atual, a OMS e o Unicef consideram que a importância dos programas nacionais de imunização de rotina "é mais crítica do que nunca".

"Os governos devem aproveitar todas as oportunidades possíveis para proteger as pessoas das muitas doenças para as quais as vacinas já estão disponíveis", frisaram, lembrando que proteger crianças, adolescentes e adultos contra doenças através da vacinação é uma obrigação para a sustentabilidade dos sistemas de saúde.

"Sabemos que a vulnerabilidade a doenças infecciosas é uma ameaça à saúde pública em todos os lugares", disse Afshan Khan, diretora regional da Unicef na Europa e Ásia Central.

"É fundamental que os programas de imunização continuem durante esta crise, protegendo adequadamente os profissionais de saúde e os indivíduos que recebem vacinas. Alcançar as crianças mais vulneráveis, que perderam imunizações de rotina, deve ser uma prioridade", avisa.

Imunização

A OMS e o Unicef consideram que, se o combate à pandemia causar interrupções temporárias nos serviços de imunização, os países devem retomá-los o mais rápido possível após a estabilização da situação.

"Podemos evitar um maior impacto da covid-19 nos sistemas de saúde garantindo que indivíduos de todas as idades permaneçam vacinados de acordo com os cronogramas nacionais. Peço aos países que mantenham a prestação de serviços de imunização e direcionem as suas necessidades, mesmo neste momento difícil", disse Hans Henri Kluge, diretor regional da OMS para a Europa.

Numa nota, a OMS e o Unicef, antecipando a existência de uma vacina para a covid-19, solicitam a todos os países que estejam preparados para vacinar os grupos de maior risco e garantir que todos, incluindo os mais marginalizados, tenham acesso igual quando ela estiver disponível.

A pandemia da covid-19 já provocou mais de 164 mil mortos e infectou mais de 2,3 milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 525 mil doentes foram considerados curados.



sábado, 7 de março de 2020

Brasil em ação e em frente


Faturamento do setor brasileiro de franquias aumenta 6,8% em 2019
Vendas na Black Friday e liberação do FGTS contribuíram para expasnsão

         

Publicado em 06/03/2020 - 19:59 Por Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil - Rio de Janeiro



O faturamento do setor nacional de franquias cresceu 6,8% em 2019, informou hoje (6) a Associação Brasileira de Franchising (ABF). De acordo com o presidente da ABF, André Friedheim, o resultado ficou “bem dentro da meta”, que era de +7%. O faturamento total do mercado de franquias no período evoluiu de R$ 174,843 bilhões para R$ 186,755 bilhões.

Abertura de lojas, vendas na Black Friday (dia que inaugura a temporada de compras de natal com promoções significativas no comércio), liberação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que injetou dinheiro no mercado, e também a força das marcas de franquia foram os fatores que contribuíram para o incremento registrado no setor. “Tudo isso ajuda no crescimento do segmento”, disse André Friedheim, em entrevista à Agência Brasil.

A Pesquisa de Desempenho do Franchising Brasileiro em 2019 mostra que também houve expansão de 4,6% no número de empregos diretos gerados pelo franchising, alcançando 1.358.139 trabalhadores empregados. O aumento das contratações em relação a 2018 está relacionado ao movimento de expansão das marcas, aos efeitos positivos da reforma trabalhista e à recuperação gradual da economia, segundo Friedheim.

Segundo Friedheim, as contratações terão continuidade neste ano, e a geração de empregos formais deve crescer cresça 5%, “porque o crescimento do mercado e do número de operações reflete no aumento do emprego”.
Segmentos
A pesquisa revela que houve crescimento da receita nos 11 segmentos de franquias acompanhados pela ABF, com a liderança exercida pelos grupos comunicação, informática e eletrônicos e casa e construção, que tiveram alta de 10% no faturamento, cada um. Friedheim disse que os dois segmentos foram favorecidos pelo reaquecimento, ainda que moderado, da economia. “Foram os que tiveram melhor performance comparada”.

O setor de serviços e outros negócios (8,3%) teve o segundo melhor desempenho em 2019, refletindo o aumento da demanda por serviços, de forma geral, e foi seguido pelo das franquias de crédito e serviços financeiros. Já os segmentos de saúde, beleza e bem-estar e de serviços automotivos aparecem na quarta posição, com crescimento de 7,2%, cada. “Foram os segmentos que mais se destacaram no mercado”, afirmou Friedheim.

O número de unidades também cresceu 4,7%, somando 160.958 operações no Brasil. A taxa de abertura de unidades de franquias atingiu 9,2% no período, contra 5,2% no ano anterior. O número de marcas subiu 1,4% em 2019, superando o índice de 1,1% apurado no ano anterior e totalizando 2.918 redes de franquias em atuação no Brasil. Entre os fatores que contribuíram para a alta estão o lançamento de novas marcas e a adesão de grandes e tradicionais empresas ao mercado de franquias.

Para este ano, a ABF projeta expansão de 8% na receita do setor. “A gente acredita que o franchising, que hoje representa 2,6% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país) brasileiro, pode chegar, até o final do ano, a 2,8% do PIB. A gente quer ser mais representativo no mercado”, ressaltou o presidente da associação.

Ele lembrou que algumas redes de franquias se juntaram no ano passado para ganhar escala e eficiênci,a e as franqueadoras adotaram muita tecnologia para melhorar processos e se tornarem mais eficientes.
Quarto trimestre
A pesquisa revela ainda que no quarto trimestre do ano passado, o setor de franchising cresceu 8,1% em relação ao mesmo período de 2018.

Os segmentos que registraram maior aumento do faturamento na comparação com o quarto trimestre de 2018 foram comunicação, informática e eletrônicos (12,7%); casa e construção (11,9%); serviços e outros negócios (9,0%).; alimentação e hotelaria e turismo (com 8,7%, cada).
Edição: Nádia Franco